Os futebolistas Luís Figo e Fernando Couto, que foram recentemente nomeados embaixadores da selecção portuguesa, encontraram-se ontem em Viseu, para receberem o "emblema de ouro" da Federação Portuguesa de Futebol. A selecção nacional de futebol recebeu a visita dos novos embaixadores Luís Figo e Fernando Couto, assim distinguidos por terem ultrapassado ambos mais de 100 internacionalizações. O encontro das "antigas estrelas" da selecção portuguesa aconteceu ás 11:00h no Teatro Viriato, do dia de ontem, durante uma sessão solene da Câmara Municipal de Viseu. Nesta sessão esteve presente toda a equipa e um enorme público na rua que vibrou com a passagem das estrelas. Também Cristiano Ronaldo foi galardoado com um prémio, neste caso "o Melhor Atleta Português no Estrangeiro".
A crescente preocupação com a saúde dos portugueses tem elevado o número de iniciativas e eventos direccionados para a promoção de hábitos de vida saudáveis e para a consciencialização dos factores de risco das doenças cardiovasculares, a principal causa de morte em Portugal, nomeadamente, a nutrição, sedentarismo, tabagismo, obesidade, stress e hipertensão arterial, entre outros. A prática de uma actividade física regular interfere, positivamente, no controlo destes factores, diminuindo os riscos dos acidentes vasculares cerebrais. Neste sentido a Câmara Municipal de Viseu pretende continuar a criar oferta desportiva para toda a população, incentivando os viseenses a adoptarem estilos de vida mais activos, aumentando as taxas de participação desportiva no concelho. Neste sentido, e a par do Conhecer Viseu em Bicicleta, surge o projecto Manhãs Desportivas, que se realiza no Parque Aquilino Ribeiro, também conhecido por Parque da Cidade, aos domingos de manhã durante os meses de Maio, Junho e Julho.
Esta edição pretende aumentar a diversidade de actividades, de forma a satisfazer as expectativas de todos os que pretendam ocupar o seu domingo de manhã de uma forma descontraída e saudável.
Os vários projectos em curso na região de Viseu de combate à violência doméstica dão conta da falta de centros de acolhimento temporário para vítimas, na sua maioria mulheres. Nesta altura a Cáritas Paroquial dispõe de um serviço de acolhimento temporário que permite às vítimas permanecerem pouco mais de uma semana. A diocese de Viseu prepara-se para construir, em Mangualde, a casa de apoio a mães em risco, que poderá acolher casos de violência: outros projectos têm vindo a ser anunciados. Mas por agora a carência é evidente. O projecto COMVIDA lançado pela Cáritas de Viseu em 2006, reconhece que as acções programadas que têm vindo a desenvolver, estão a dar os seus frutos. Mas, a responsável pelo projecto, Ana Gomes, adianta que as vítimas continuam a não denunciar o agressor "com medo das represálias" quando regressam a casa. "Muitas têm medo de entrar no hospital por agressão e, quando se vêm obrigadas a recorrer ao hospital normalmente apontam outra causa", específica. Nos primeiros quatro meses deste ano, a GNR registou 166 casos de violência doméstica por todo o distrito, com 117 vítimas (dado referente aos primeiro trimestre do ano). Viseu (30 casos) foi o concelho com mais casos assinados, seguindo-se Mangualde (26 casos) e Tondela (12 casos). Abril foi o mês com mais situações registadas. Apesar de "assustador" como alguns chamam o cenário da violência domésticas, os responsáveis directos não confirmam o aumento de casos no distrito de Viseu. Preferem antes avançar que está a aumentar o número de denúncias.
A cidade de Viseu passa a dispor de um bar onde tudo é feito de gelo e os clientes podem conviver à refrescante temperatura de cinco graus negativos.
No bar "Minus 5º Ice Lounge", um conceito que nasceu na Nova Zelândia, tudo é feito de gelo: dos bancos às paredes, passando pelos copos onde são servidas as bebidas, até às esculturas.
Foi utilizado "gelo dos glaciares canadianos para produzir uma decoração fantástica e conseguir um ambiente único e surpreendente", explica José Arimateia, responsável pelas Relações Públicas do Grupo Visabeira, proprietário do Palácio do Gelo Shopping, onde se situa o bar.
Para viver esta experiência e apreciar as bebidas com ou sem álcool, é disponibilizada roupa adequada para o frio, nomeadamente casacos e luvas.
"Este espaço original está pensado tanto para o convívio com amigos, como com a família, assim como para eventos de empresas", refere, acrescentando que o bar poderá também ser palco de desfiles de moda e lançamento de novas marcas.
O Governo Civil de Viseu criou uma Escola Móvel de Trânsito, para circular pelas escolas do distrito de Viseu. De acordo com o Governador Civil, Acácio Pinto, o projecto visa sensibilizar a população escolar e a comunidade no sentido de "combater a sinistralidade", diminuindo o número de acidentes nas estradas da região. A estrutura, de 14 por
O centro histórico de Viseu vai sofrer uma intervenção profunda nos próximos nove anos, orçada em 114 milhões. Trata-se de uma área da cidade com cerca de 132 983 metros quadrados em redor do núcleo constituído pela Sé, Igreja da Misericórdia, Museu Grão Vasco e respectivas artérias. Os projectos a desenvolver irão ser distribuidos em quatro sectores estruturais: reabilitação, novos núcleos habitacionais, comércio e serviços. As intervenções vão acontecer no âmbito de um estudo de enquadramento estratégico para a revitalização do centro histórico.
Neste centro vivem e trabalham cerca de 6000 pessoas e dentro de nove anos pretende-se que nela vivem e trabalhem muito mais.
Como a nossa cidade tem um centro urbano com características antigas, existem nela demasiados obstáculos físicos à livre circulação de pessoas sem autonomia individual, dado o seu traçado irregular, as suas ruas estreitas e desniveladas, com passeios estreitos e edifícios públicos de difícil acesso.
A utilização das cabines telefónicas, das caixas Multibanco, dos transportes públicos e dos edifícios em geral, é na maior parte das vezes muito difícil ou mesmo impossível para as pessoas com deficiência motora.
Para isso torna-se necessário a criação e promoção de medidas tendentes a corrigir a actual situação, desenvolvendo um programa progressivo de eliminação de barreiras, designadamente urbanísticas e arquitectónicas, que permita às pessoas com mobilidade reduzida o acesso a todos os sistemas e serviços da comunidade citadina.
No âmbito do tema sobre a mobilidade, realizámos uma entrevista a dois estudantes da nossa escola com vista saber a sua opinião sobre este assunto bem como dá-la a conhecer a outras pessoas.
No que diz respeito às vias da cidade (passeios) as condições são más, não existindo condições para chegar ao objectivo previsto. Em relação ao acesso a edifícios públicos (lojas, escolas, correios, etc.), as condições também são más, considerando como exemplo o da nossa escola em que não é possível aceder às salas do 1º Piso.
2. No dia-a-dia quais as dificuldades que encontra no percurso pela cidade?
As dificuldades encontradas no percurso pela cidade são a existência de passeios altos bem como a falta de rampas em alguns sítios para aceder a esses passeios. Existem ainda árvores que impedem a passagem das pessoas que têm deficiência motora e como consequência têm que se mover pela estrada.
3. Quais são as alterações que gostava de ver realizadas para que fosse possível aceder a certos locais da nossa cidade?
As condições mínimas para essas pessoas seriam as rampas. (Na perspectiva do grupo o corte de trânsito no centro da cidade ia-se adequar às necessidades destes cidadãos, uma vez que circulariam livremente nessas zonas e sem qualquer perigo.)
O problema não se encontra nas instituições, pois estas oferecem boas condições a quem as frequenta. Mas para que uma pessoa com dificuldades motoras chegue às instituições tem que atravessar demasiados obstáculos, tais como:
- A falta de informação por parte da assistência médica que não informa os cidadãos sobre os seus direitos;
- Os custos para os pais, pois as consultas que estas pessoas tem de fazer são frequentes e os seus custos são elevados.
5. Na sua perspectiva qual a cidade que tem melhores condições para pessoas com deficiência motora?
Em Portugal não conheço nenhuma cidade “ideal” neste aspecto. Fora de Portugal considero que a França, a Finlândia e o Luxemburgo são cidades que oferecem melhores condições para operações e onde são dados mais incentivos que no nosso país.
A abertuda do Palácio do gelo em Viseu, em 1996 pelas mãos do Grupo Visabeira deu à cidade e à região um conceito totalmente inovador naquela época. O empreendimento concentrava no mesmo espaço, centro comercial, lazer e desporto. Foi ali que se realizam eventos de dimensão internacional como os primeiros campeonatos de patinagem no gelo e o nascimento da Selecção Nacional de Hóquei no Gelo.
Passados 12 anos, a estrutura, agora Palácio do Gelo Shopping, prepara-se para reabrir as portas dia 15, com o mesmo conceito mas objecto de uma profunda ampliação e modernização das instalações, renascendo como o maior pólo de comércio e lazer de Viseu.
O novo Palácio do Gelo representa um investimento global superior a 90 milhões de euros, realizado na totalidade pelo Grupo Visabeira e a criação de mais de 3.200 postos de trabalho.
Na cultura e lazer, os frequentadores poderão desfrutar de nove mil metros quadrados de terraços panorâmicos, piscinas (uma delas olímpica, ver caixa ao lado), ginásios, squash e Spa. Na área do entretenimento, o novo Palácio do Gelo dispõe de seis salas de cinema, uma pista de gelo, rede wifi em todo o centro e espaço de entretenimento infantil.
(In Jornal do Centro 11 de Abril)
Viseu (dizem) é a terra das rotundas. Soma actualmente um magnífico número: 42. O vice-presidente da Câmara Municipal de Viseu e vereador do pelouro do trânsito explica tudo: "primeiro opta-se pelos cruzamentos; quando estes não respondem passa-se para as rotundas; quando estas começam a não dar fluidez semaforizam-se; e, quando também já isto não responde, opta-se pela construção de soluções viárias alternativas, como túneis e pontes. É assim em toda a Europa!"
Mas não julguem que isto é fácil. Fazer rotundas tem que se lhe diga... e que o diga o professor Álvaro Seco do departamento de Engenharia Civil da FCTUC (cuja especialidade é precisamente... rotundas!), coordenador de um estudo de trânsito para Viseu.
Ainda querem mais? Pois fiquem sabendo que o grande prémio vai direitinho para S. João da Madeira com cerca de 120!
As cidades modernas, tal como Viseu, têm hoje um enorme impacto sobre o seu ambiente, mas poderiam ainda prosperar se decidissem reduzir drasticamente o seu consumo de recursos e de energia, por exemplo. A reciclagem de resíduos pode, ao mesmo tempo que reduz a utilização de recursos, criar novos empregos; novos materiais e desenhos arquitectónicos podem melhorar grandemente o desempenho ambiental dos edifícios urbanos. As cidades podem também adoptar novas abordagens ao planeamento e gestão dos transportes e à utilização do espaço urbano, reduzindo assim o desejo das pessoas de escapar às pressões da vida urbana.
Transporte e mobilidade destacam-se em muitas agendas, visto que países e regiões em todo o mundo procuram aumentar a mobilidade e diminuir o impacto do transporte. Todos acreditamos que ambas as metas são factíveis. Iremos trabalhar no sentido de tornar Viseu uma cidade do futuro, tendo não só em conta as necessidades do presente, como também a preservação da cidade para as gerações vindouras.
|
Viseu Futurista |
2º P |
| Ana Filipa Rodrigues |
15 |
| Carla Martins |
16 |
| David Mões Morgado |
17 |
| Frederico Lopes |
17 |
| Pedro Noutel Pereira |
14 |
Aqui deixamos a avaliação relativa à disciplina de Área de Projecto.
Viseu é dos distritos com maior número de falências em 2007, segundo um estudo do Instituto Informador Comercial que fala sobre falências, insolvências e recuperação de empresas no ano passado.
Esse documento revela que em 2007 declararam falência 65 empresas e representam 0,62% do número total de firmas. À frente de Viseu encontram-se o Porto com 608 falências, Lisboa com 358, Braga com 288 e Aveiro com 193 empresas. No entanto, o número de falências diminuiu em 5 distritos, entre 2006 e 2007. São eles Vila Real, Guarda, Évora, Faro e Açores. Este último embora tenha diminuído ainda regista um número de falências bastante elevado (288).
Os sectores de actividade mais afectados foram o comércio por grosso, a construção civil e o comércio a retalho. Há uma preocupação acrescida no concelho de Viseu face á abertura de um segundo centro comercial na cidade (Palácio do Gelo). Está-se a provocar o efeito eucalipto, ou seja, vai secando tudo à volta das grandes superfícies, que não deixam espaço para que as pequenas empresas sobrevivam.
Este inquérito foi realizado a 100 pessoas residentes em Viseu, com idades compreendidas entre os 16 e os 78 anos. Surgiu com o objectivo de interagir junto da população viseense, procurando assim perceber de uma forma geral a situação em que se encontra a nossa cidade. Com os dados à nossa disposição procedemos à realização das respectivas reflexões.
Podemos concluir que, de acordo com os inquiridos, Viseu tem evoluído nos últimos 10 anos.
Da análise destes resultados constatamos que 85 das 100 pessoas inquiridas gostam de viver em Viseu. As restantes apresentaram as seguintes razões para não gostarem:
- é uma cidade demasiado calma;
- pequena e pobre;
- fraco ambiente social;
- há muita poluição sonora.
Uma das vertentes do nosso trabalho é o desenvolvimento sustentável. Para atingirmos este desenvolvimento é necessário apostar nas energias renováveis "As energias renováveis são aquelas que estão em constante renovação, que não se esgotam, e que por isso, podem ser continuamente utilizadas. Estas fontes são por exemplo o Sol, o Vento, as ondas do Mar, o calor da Terra, as Plantas, etc. Estas constituem as fontes mais limpas de energia".
O nosso país recebe bastante insolação, tem uma costa bastante grande e tem muitas montanhas, o que é vantajoso para investirmos em energia solar, energia das ondas e energia eólica. No entanto, elas ainda não estão a ser convenientemente aproveitadas, e embora o nosso país possua um enorme potencial em energias renováveis, continua a importar combustíveis fósseis em grandes quantidades.
Comparando com o resto da Europa o nosso país é dos que tem maiores incidências de Sol, mas a energia solar ainda está pouco divulgada, tais como as vantagens que ela traz para o desenvolvimento sustentável. Se utilizássemos o semelhante ao usado na Alemanha ou na Grécia em painéis solares, poderíamos poupar cerca de 5% em importações de combustíveis fósseis.
No nosso país a produção de electricidade a partir das energias renováveis centra-se no Norte do País. São os distritos de Bragança, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu os que têm maior potência instalada.
Cabe-nos pois decidir, o que cada um de nós, como cidadãos que somos, pode e deve fazer no seu ambiente local, para entrar nessa onda global solidária com o Homem e com A Natureza. As energias renováveis são no mundo de hoje incontornáveis.
Amor é um fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói, e não se sente;
é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
é um andar solitário entre a gente;
é nunca contentar se de contente;
é um cuidar que ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade;
é servir a quem vence, o vencedor;
é ter com quem nos mata, lealdade.
Mas como causar pode seu favor
nos corações humanos amizade,
se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Luis de Camões
A equipa viseu futurista deseja um feliz dia dos namorados para todos.
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